https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/issue/feed Heringeriana 2023-08-31T11:58:12-03:00 Maria Rosa Vargas Zanatta heringeriana@gmail.com Open Journal Systems <p>Heringeriana é a revista cientí­fica do Jardim Botânico de Brasí­lia que publica, em fluxo contí­nuo, artigos cientí­ficos originais, de revisão, monografias taxonômicas, checklists comentados, notas cientí­ficas e opiniões em diversas áreas de biodiversidade. Todos os tipos de estudos em biodiversidade são considerados, incluindo taxonomia, fisiologia, ecologia e etnobiologia. A Revista não cobra taxas de publicação aos autores, é totalmente gratuita.</p> <p>Publicado desde 1994, a princí­pio como "Boletim do Herbário Ezechias Paulo Heringer" e, a partir de 2007, como Revista Heringeriana. O nome da revista é uma homenagem a Ezechias Paulo Heringer, botânico pioneiro no Distrito Federal que além de propor a criação do Parque Nacional de Brasí­lia, ajudou na implantação do Parque Zoobotânico de Brasí­lia, na criação da Reserva Biológica de Águas Emendadas, Estação Experimental de Agricultura Cabeça-de-Veado, Parque do Gama e o Parque do Guará, que hoje recebe o nome de Parque Ecológico Ezechias Paulo Heringer. Devido ao seu esforço de coleta, também teve seu nome homenageado em 35 espécies novas.</p> <p>Para informações sobre as normas da revista, acesse <a href="https://revistas.jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/about/submissions">Diretrizes para autores</a></p> <p>Para submeter um trabalho, acesse <a title="Submissões online" href="https://revistas.jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/about/submissions">Submissões online</a></p> https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918017 Myxomycetes associated with pecan walnut leaf litter, Carya illinoinensis (Wangenh.) K. Koch (Juglandaceae) 2022-12-12T08:25:29-03:00 Jorge Renato Pinheiro Velloso jorgerenatovelloso@gmail.com Jair Putzke jrputzkebr@yahoo.com Laise de Holanda Cavalcanti lhcandrade2@gmail.com <p>The pecan tree (<em>Carya illinoinensis</em>, Juglandaceae) was introduced in Brazil at the beginning of the 20th century by American immigrants and its cultivation currently extends from Rio Grande do Sul to Minas Gerais states, with approximately 2,400 hectares planted. We present the first report of litter-associated myxomycetes of <em>C. illinoinensis</em>, directly observed in the field, sporulating on dry leaves (<em>Physarum cinereum</em>,<em> P. melleum</em>,<em> P. polycephalum</em>), twigs and dry leaves (<em>Diachea leucopodia</em>) and twigs (<em>Fuligo cinerea</em>,<em> F. septica</em>,<em> Hemitrichia serpula </em>var.<em> serpula</em>). The most constant species were <em>P. melleum</em> and <em>D. leucopodia</em>. <em>Fuligo cinerea</em> is recorded for the first time for Rio Grande do Sul; <em>D. leucopodia</em> and <em>P. cinereum</em> are cited for the first time for the Brazilian portion of the Pampa, bringing the number of species known for the biome to 61.</p> 2023-01-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Jorge Renato Pinheiro Velloso, Jair Putzke, Laise de Holanda Cavalcanti https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918031 Sinopsis del género Mapania (Cyperaceae, Mapanioideae, Hypolytreae) en la amazonia colombiana 2023-08-15T15:30:45-03:00 Jeffry Atuesta djeffry.atuestai@gmail.com <p><em>Mapania</em> es un género ubicado en la tribu Hypolytreae, subfamilia Mapanioideae, de la familia Cyperaceae. A nivel global contiene cerca de 100 especies ampliamente distribuidas en los trópicos. En Suramérica este género se encuentra representado por 14 especies, cinco de estas presentes en Colombia. Su presencia en la Amazonia colombiana es incierta debido a la falta de conocimiento del grupo y los registros dudosos. El objetivo de este estudio es presentar una sinopsis de la taxonomía de <em>Mapania</em> para la amazonia colombiana. Se revisaron especímenes de los herbarios COAH y COL, así como bases de datos en línea. Se reportan cinco especies: <em>Mapania effusa </em>cuya presencia en Colombia se confirma, <em>M. pycnocephala</em> y <em>M. pycnostachya </em>nuevos registros para la región Amazonia, <em>M.</em> <em>maguireana</em> y <em>M. theobromina </em>nuevos registros para la flora colombiana. Se presentan descripciones morfológicas, información del hábitat, distribución geográfica, notas y fotografías para estas especies junto con una clave para la determinación de las especies colombianas de dicho género.</p> 2023-09-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Jeffry Atuesta https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918028 Malvaceae no Parque Nacional do Iguaçu: lista das espécies e chave de identificação 2023-04-26T16:32:50-03:00 Helena Vieira helena.terezinha@gmail.com Lívia Temponi liviatemponi@yahoo.com.br Marcelo Caxambú mgcaxambu@yahoo.com.br Laura Lima laura.lima@unila.edu.br <p class="tm6">O presente trabalho consiste em uma listagem de espécies de Malvaceae <em>sensu lato</em> para o Parque Nacional do Iguaçu (ParNa Iguaçu), localizado no oeste do estado do Paraná. Entre agosto de 2019 e fevereiro de 2020, foi realizado um inventário digital por meio das plataformas JABOT, REFLORA e Specieslink, bem como coletas nas principais trilhas da área estudada. As espécies coletadas foram incorporadas no herbário Evaldo Buttura (EVB), onde foram identificadas por meio de consultas à literatura especializada. Registrou-se para o ParNa Iguaçu 20 espécies de Malvaceae distribuídas em 14 gêneros, dentre os quais os mais representativos foram <em>Pavonia</em> (3 spp.) e <em>Sida</em> (3 spp.), com<em> S. rhombifolia</em> como nova ocorrência para a área. Do total amostrado, 10 espécies foram encontradas em áreas de Floresta Estacional Semidecidual, duas foram registradas somente na Floresta Ombrófila Mista e oito foram encontradas em ambas as formações. Com relação aos hábitos de crescimento das espécies, seis são árvores, seis arbustos, seis possuem o porte herbáceo a subarbustivo e apenas duas são trepadeiras. Nenhuma das espécies encontradas está ameaçada de extinção no Brasil. Ademais,<em> Callianthe striata</em> é a única espécie endêmica do Brasil e, com exceção da exótica<em> Malvaviscus arboreus</em>, todas elas são nativas na Mata Atlântica.</p> 2023-08-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Helena Vieira, Lívia Temponi, Marcelo Caxambú, Laura Lima https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918025 Predação de Boana faber (Anura, Hylidae) sobre Dendropsophus minutus (Anura, Hylidae) 2023-03-27T09:58:24-03:00 Henrique Oliveira henrique.bio22@gmail.com Márcia Müller marrie.muller@unesp.br Priscila Carvalho pricarvalho.bio@gmail.com Diego Santana jose.santana@ufms.br 2023-05-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Henrique Oliveira, Márcia Müller, Priscila Carvalho, Diego Santana https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918024 Oxybelis aeneus (Wagler 1824): novo registro de predação e lista de dieta atualizada 2023-04-26T15:59:33-03:00 Cicero Ricardo Oliveira riccicer@gmail.com Alcéster Diego Coelho-Lima alcester.bio@gmail.com Ana Carolina Brasileiro carolbrmelo@gmail.com Lyse Panelli de Castro Meira lyse@bioconsultoria.com 2023-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Cicero Ricardo Oliveira, Alcéster Diego Coelho-Lima, Ana Carolina Brasileiro, Lyse Panelli de Castro Meira https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918029 O ladrão mascarado: Saí-azul Dacnis cayana (Passeriformes, Thraupidae) rouba material de nidificação de um ninho de Caneleiro-de-chapéu-preto Pachyramphus validus (Passeriformes, Tityridae) no sudeste do Brasil 2023-08-31T11:58:12-03:00 Elsie L. Rotenberg elklaro@gmail.com Lucas Botelho lucasbotelho77@gmail.com Edelcio Muscat edelciomuscat@terra.com.br <p>Este estudo relata o primeiro caso registrado de cleptoparasitismo de ninho na família Thraupidae, envolvendo o saí-azul (<em>Dacnis cayana</em>) e um ninho de caneleiro-de-chapéu-preto (<em>Pachyramphus validus</em>). O cleptoparasitismo é um comportamento no qual um indivíduo rouba comida ou recursos de outro, e o cleptoparasitismo de ninho refere-se especificamente ao roubo de material de nidificação. O saí-azul roubou com sucesso material de nidificação do ninho do caneleiro-de-chapéu-preto sem ser notado. Esse comportamento oferece vantagens como redução do esforço na busca de material e diminuição do risco de predação, mas também traz riscos como a defesa dos donos do ninho e a possibilidade de carregar patógenos. Esta observação expande nossa compreensão dos comportamentos cleptoparasitários nessas espécies de aves.</p> 2023-10-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Elsie L. Rotenberg, Lucas Botelho, Edelcio Muscat https://jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918014 Fitogeografia das savanas sul-americanas 2022-10-04T10:33:59-03:00 Fabian Borghetti borghetti.fabian@gmail.com Eduardo Barbosa eduardormbarbosa@gmail.com Leandro Ribeiro leandro.carvalho@ifgoiano.edu.br José Felipe Ribeiro felipe.ribeiro@embrapa.br Everton Maciel everttonmaciel@gmail.com Bruno Machado Teles Walter bruno.walter@embrapa.br <p>As savanas da América do Sul representam entre 8 e 10% da cobertura das savanas globais. De forma dispersa, elas cobrem pouco mais de 2,29 milhões de quilômetros quadrados no continente, e representam o espectro mais úmido e mais biodiverso das savanas globais. As savanas sul-americanas apresentam considerável grau de endemismo e suas características climáticas e composição em espécies são bastante influenciadas por biomas florestais vizinhos, como a Amazônia e a Mata Atlântica. Savanas sul-americanas ocorrem sobre solos que variam de arenosos a argilosos, em altitudes desde cerca de 150 metros até em torno de 2.000 metros acima do nível do mar, e em enclaves tão pequenos quanto 50 km<sup>2</sup> até extensões imensas como aquelas ocorrentes no planalto central brasileiro. Muitas destas savanas são sujeitas a alagamento periódico o que as tornam únicas na sua dinâmica. Este artigo apresenta a revisão de um conjunto de informações sobre as savanas ocorrentes no continente sul-americano, analisando conceitos e abordando desde suas principais características climáticas, até particularidades da vegetação e da flora, espécies mais comuns e atributos funcionais. Muitas destas informações estão organizadas em tabelas, facilitando o acesso a dados pontuais. Assuntos correlatos, como a toxicidade imposta pelo alumínio presente nos solos de muitas delas e a presença de formações florestais e campestres ocorrendo na paisagem junto às formações savânicas são apresentados de forma complementar. Este artigo cobre uma lacuna acerca das formações savânicas na América do Sul e vem contribuir para a divulgação do conhecimento deste importante, complexo, mal compreendido e ameaçado ecossistema.</p> 2023-05-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Fabian Borghetti, Eduardo Barbosa, Leandro Ribeiro, José Felipe Ribeiro, Bruno Walter, Everton Maciel