Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • Todos os autores concordam com a sua submissão e o autor correspondente foi autorizado pelos co-autores.
  • Este artigo não foi publicado anteriormente e não está sendo considerado simultaneamente para publicação em outros lugares.
  • Este artigo não viola nenhum direito autoral ou outro direito de propriedade pessoal de qualquer pessoa ou entidade e não contém declarações ilegais de qualquer forma.

Diretrizes para Autores

Siga as diretrizes abaixo em detalhes, consulte um artigo recente publicado na Heringeriana e verifique se o seu manuscrito foi preparado de acordo com o estilo e o formato da revista. Ao enviar seu manuscrito, o processo de revisão será mais ágil se você fornecer os nomes de dois ou mais revisores em potencial com seus endereços de email.

 

1. Envio dos manuscritos:

Os manuscritos deverão ser submetidos por via eletrônica, através do sistema SEER (ver Submissão de Manuscritos). Caso o sistema apresente problemas, poderá ser enviado para o e-mail: heringeriana@gmail.com.

 

2. Tipo de Publicação:

  • Artigos Originais: são documentos de quatro ou mais páginas que relatam pesquisas originais.  
  • Artigos de Revisão: são artigos que resumem o estado atual de entendimento sobre um tópico, analisam ou discutem pesquisas publicadas anteriormente por outros, em vez de relatar novos resultados experimentais.
  • Monografias taxonômicas e checklists comentados: são documentos de 30 ou mais páginas), emitidos individualmente e que receberão números únicos de ISBN.
  • Correspondências:
    • Opiniões e pontos de vista sobre questões atuais de interesse para pesquisadores em biodiversidade.
    • Comentários ou adições/correções em trabalhos publicados anteriormente na Heringeriana ou em outro local.
    • Obituários de pesquisadores da área.
    • Notas cientí­ficas.
    • Resenhas de livros destinadas a apresentar aos leitores trabalhos novos da área de biodiversidade ou dignos de nota. Os editores preparam a resenha ou convidam colegas para escrever a resenha.  

 

2.1. Artigos originais

Os manuscritos submetidos deverão possuir até 7000 palavras. Acima deste número, os trabalhos poderão ser considerados para publicação como artigo único em edição suplementar. Nestes casos, o autor deverá contactar os editores previamente   submissão para consultar a disponibilidade da Revista em receber o referido manuscrito no momento.

 

Formatação

O manuscrito deve estar gravado em extensão .docx, .doc (Microsoft Word) ou .rtf (Rich Text Format). Deverão ser formatados em folha tamanho A4 (210 x 297mm), em   fonte Cambria, tamanho 12, com espaçamento entre linhas 1,5 com todas as margens em 1,5 cm e o mí­nimo de formatação possí­vel (aplique somente negrito e itálico quando necessário e recuar parágrafos). Sí­mbolos especiais podem ser usados, mas precisam ser cuidadosamente verificados pelo autor no estágio de prova, pois podem ser alterados devido   incompatibilidade de arquivos.

Os artigos deverão ser estruturados nos seguintes itens: Tí­tulo; Resumo, Palavras-chave, Tí­tulo em Inglês; Abstract, Keywords, Introdução, Material e métodos; Resultados; Discussão; Conclusão; Agradecimentos; Referências bibliográficas.

A primeira página deve conter o tí­tulo resumido (running title, com no máx. 40 caracteres), tí­tulo completo (nos dois idiomas), autores seguidos de número sobrescrito indicando: ORCID de todos os autores, filiação completa (instituições e endereços), e endereço de email do autor para correspondência. O tí­tulo deverá ser conciso e objetivo, expressando a ideia geral do conteúdo do trabalho e não deve conter nomes de autores de espécies. O Resumo e o Abstract deverão ter no máximo 250 palavras. Caso haja nomes de espécies, não incluir suas autorias no resumo. Serão aceitas até cinco palavras-chave, em ordem alfabética, diferentes das que estão no tí­tulo.  

 

2.2. Monografias e checklists comentados

Deverão seguir as mesmas normas de formatação dos artigos originais. Uma estruturação diferente das seções (Introdução, Material e métodos, etc.) poderá ser autorizada. Neste casos, o autor deverá consultar o editor previamente.  

 

2.3. Correspondências

Essas breves contribuições geralmente devem ter no máximo 20 referências (exceções podem ser consideradas) e o comprimento total não deve exceder quatro páginas. Não é necessário um resumo nem uma lista de palavras-chave; tí­tulos principais (Introdução, Material e Métodos, etc.) não devem ser utilizados, exceto para novos tí­tulos e referências de táxons. Uma correspondência tí­pica deve consistir em (1) um tí­tulo curto e conciso, (2) nome do autor, afiliação, endereço e endereço de e-mail, (3) uma série de parágrafos sendo o texto principal e (4) uma lista de referências (caso existam). O primeiro ou o último parágrafo pode ser um breve resumo.

Os comentários em artigos publicados destinam-se ao intercâmbio acadêmico de diferentes visões ou interpretações dos dados publicados e não devem conter ataques pessoais; os autores dos artigos em questão podem ser convidados a responder aos comentários sobre seus artigos.

 

2.4. Edições especiais:

A Heringeriana publica edições especiais com artigos selecionados em uma área temática, desde que dentro do escopo da revista. Artigos submetidos   edição especial devem seguir as normas de submissão e formatação da revista, e a revisão por pares será de responsabilidade do editor convidado.  

 

3. Suplementos e Apêndices Digitais

O acesso aos dados resultantes de pesquisas é de grande utilidade para a comunidade cientí­fica e agentes do governo tomadores de decisão. Incentivamos o compartilhamento de bases de dados, dados brutos de campo, planilhas eletrônicas, matrizes de dados usadas em análises, scripts, acervos fotográficos e mapas em formatos Shapefile, KML ou Rasterfiles disponibilizados como suplementos digitais em repositórios cientí­ficos. O repositório fornece um número de DOI que deve ser disponibilizado pelo autor   revista para que seja incorporado ao artigo. Recomendamos o repositório Figshare (https://figshare.com), por ser gratuito.

 

4. Normas gerais

Idioma: O manuscrito deverá ser escrito em português, inglês ou espanhol. Encorajamos a submissão de artigos em inglês, pois aumenta o alcance da publicação. As submissões realizadas por brasileiros ou autores lusófonos nos idiomas inglês e espanhol deverão ser, obrigatoriamente, revisadas ou traduzidas por nativos ou por pessoas com proficiência no idioma. Um artigo pode ser devolvido ao autor sem revisão, se o idioma não estiver escrito em um padrão aceitável. O autor também é responsável pelo uso correto de outras lí­nguas, seja um diagnóstico em latim ou um resumo em uma lí­ngua estrangeira. A gramática dos textos em idiomas estrangeiros deverá ser verificada pelo autor antes do envio e novamente após a revisão se o inglês do qual foi traduzido (por exemplo, um resumo) foi alterado.  

Nomes taxonômicos: são escritos em itálico. Consultar bases de dados de nomes cientí­ficos confiáveis como referência de grafia. Em trabalhos taxonômicos, as versões mais atuais do ICNafp (Código Internacional de Nomenclatura de algas, fungos e plantas, Shenzhen, 2018) e do INCZ (Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, 4ª edição, 1999) devem ser utilizadas.

Todos autores dos táxons ao ní­vel de gênero e categorias infragenéricas deverão ser citados no texto e referenciados, apenas na primeira vez que são citados. Isso é obrigatório para todos os artigos taxonômicos e artigos nos quais menos de 30 táxons são mencionados. Em artigos que lidam com um número maior de espécies (como estudos ecológicos, filogenéticos ou listas de verificação), isso não é incentivado porque é impraticável. Desta forma, a Heringeriana segue uma tendência, já praticada por outros periódicos, de incentivar a citação de trabalhos taxonômicos, com a inclusão de todas as fontes taxonômicas citadas nas referências bibliográficas.  

As abreviações de autores de espécies de plantas devem ser feitas seguindo rigorosamente o IPNI..  

 Sí­mbolos e abreviações

O uso dos sí­mbolos e abreviações corretas acelera o processo de edição. Os editores podem devolver o manuscrito ao autor se traços, hí­fens e sinais de multiplicação não forem usados corretamente.

Use abreviações para unidades métricas do Système International d’Unités (SI) e sí­mbolos quí­micos amplamente aceitos. Demais abreviações devem ser evitadas, mas podem ser utilizadas, devendo ser precedidas de seu significado por extenso na primeira menção. Observe o uso de maiúsculas e minúsculas (ex.: km, m, cm, µm, MB, °C).

As abreviações de certas palavras são padronizadas: ca. = cerca, m = metro, cm = centí­metro, dap = diâmetro na altura do peito, alt. = altitude, sp. nov. = nova espécie, comb. nov. = nova combinação, subsp. = subespécie, etc. Os acrônimos dos herbários deverão seguir o Index Herbariorum (http://sweetgum.nybg.org/science/ih/).

Os hí­fens '-' são usados para vincular palavras compostas, de acordo com as regras do idioma que estiver sendo usado. Observar que, em português, se usa hí­fen em todos os nomes populares formados por palavras compostas de espécies botânicas e zoológicas, ligadas ou não por preposição ou qualquer outro elemento. (exemplos: angico-vermelho, cajuzinho-do-cerrado, jaracara-pintada, veado-campeiro, etc.).

O meio-traço ou meia-risca "" deve ser usado para intervalos ou extensões. Faixas de números, mais frequentemente faixas de tamanho, faixas de elevação, datas e números de páginas (por exemplo, 5001000 m, 13 de maio de 19761977, figuras 57). Lembre-se também de aplicá-los na seção de referência para intervalos de volumes, anos e páginas.  

O travessão "" é usado com pouca frequência; eles são usados para quebras no texto e antes do paí­s, no material examinado, por exemplo:

“Type: —BRAZIL. Distrito Federal: Brasí­lia, Jardim Botânico de Brasí­lia, próximo   portaria principal, 15º52’S, 47º51’W, 950-1000 m, 1 Janeiro 2002, V.F. Paiva et al. 100 (holotype HEPH!, isotypes RB!, SPF, NY!, P!)."

O ponto de exclamação '!' é usado após o acrônimo de herbário para indicar que este espécime foi visto pelo autor (veja acima).

O sinal de multiplicação '×' não deve ser confundido com a letra x. Deve sempre ser usado em táxons hí­bridos (por exemplo, Catasetum x crassispinum U.L.C.Ferreira) e em medidas de comprimento e largura, por exemplo: folhas 1,0–4,2 × 0,4–0,8 cm.

Itálico. Nomes genéricos e todas as classificações abaixo devem estar em itálico. Os tí­tulos de livros e revistas também são em itálico, diagnósticos e palavras em latim (et al., apud, in vitro, in loco, sp. nov., comb. nov., nom. illeg.), bem como palavras ou expressões escritas em outro idioma em relação ao texto do manuscrito. Não são em itálico: nomes acima de gênero (famí­lia, ordem, etc.), “cf.”, “spp.”, "subsp.", "ser.", "var.", "cv." e "f."

 

Deposição de amostras e números do GenBank

Os autores de novos táxons são obrigados a depositar espécimes do tipo em museus ou coleções públicas nacionais ou internacionais, preferencialmente os listados no Index Herbariorum (para amostras vegetais) que são fornecidos com a sigla correspondente.

Os autores também são aconselhados a solicitar números de registro de sequências depositadas no GenBank antes da submissão de artigos para evitar atrasos na publicação. Para fungos, é necessário fornecer os números do MycoBank.

Sempre que possí­vel, para todos os tipos de estudos em biodiversidade e obrigatoriamente para estudos com plantas, os autores devem depositar amostras (vouchers) em museus ou coleções públicas nacionais ou internacionais. Os autores também são aconselhados a solicitar números de registro do material depositado antes da submissão dos trabalhos, para evitar atrasos na publicação.

 

Taxonomia vegetal

Tratamentos taxonômicos devem começar com cada táxon em   itálico. Abreviações de autores de novas espécies devem ser fornecidas (seguindo o IPNI, sem negrito), e estas devem ser seguidas pela categoria taxonômica correta (em itálico, sem negrito, por exemplo, sp. nov., comb. nov., nom. nov., etc.). Para táxons já descritos, a obra original deve ser citada e referenciada.

A descrição de novos taxa deve seguir as normas e recomendações do ICNafp. Cada novo taxa precisa ter um espécime designado como seu tipo e o holótipo deve ter sido estudado pelo autor da espécie. Recomenda-se que, quando possí­vel, o holótipo seja depositado no paí­s de origem e que dois isótipos sejam depositados nos principais herbários do mundo, onde os espécimes estarão disponí­veis para estudo público.

As descrições morfológicas devem ser organizadas descrevendo as plantas de baixo para cima e de fora para as partes internas. As subseções das descrições podem ser destacadas usando itálico. Dados adicionais (por exemplo, distribuição, ecologia, etimologia, status de conservação, etc.) devem ser incluí­dos, sempre que possí­vel. Estes itens são legendados por “–” (meia-risca).

Os espécimens (material examinado) são citados da seguinte forma:

PAÍS. Estado: municí­pio, localidade, coordenadas, altitude, data (dia mês (três primeiras letras) ano), Coletor e número (acrônimo do herbário em maiúsculas). Os números de tombo dos herbários ou de códigos de barra (de preferência) devem ser informados. Todas as amostras estudadas devem ser citadas. Os lectótipos, neótipos e epí­tipos devem sempre ser seguidos pela referência onde são designados, por exemplo:

Lectótipo (designado por Harley 2000/designado aqui): -BRASIL. Distrito Federal: Brasí­lia, Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasí­lia, -15.8775 S, -47.865556 W, 1113 m, 28 Mai 2019, J.E.Q. Faria 9211 (HEPH 35702!).

 

Chaves de identificação

As chaves de identificação podem ser dicotômicas ou interativas. Em chaves dicotômicas, os caracteres de cada passo da chave deve ter significado oposto ao passo correspondente para que as espécies possam ser facilmente distinguidas. Não formate a chave, forneça no seguinte layout simples:

1. Folhas verticiladas, linear-lanceoladas a lineares ... Stenandrium stenophyllum

1. Folhas oposta, largamente a estreitamente ovais ... 2

2. Folhas congestas, endurecidas, com margens fortemente revoltas (Fig. 1C) ... Stenandrium diamantinense

2. Folhas não congestas, cartáceas a coriáceas, com margens planas a quase planas ... 3

Incentivamos a inclusão de chaves interativas, mas estas só serão aceitas se forem de livre acesso. A metodologia de construção da chave deverá ser incluí­da no texto. A chave deverá ser depositada em um provedor seguro e durável e o link de acesso deverá estar incluí­do no texto.

 

Referências bibliográficas

Toda a literatura citada no texto (incluindo artigos completos dos autores dos táxons) deve ser incluí­da em ordem alfabética e cronológica quando o primeiro autor se repetir. Verifique isso cuidadosamente antes do envio, pois erros nesta seção são muito comuns e atrasam as publicações. Para evitar erros e facilitar esse processo, recomendamos o uso do estilo da revista Phytotaxa, disponí­vel no Mendeley, pois é a mesma norma.

As referências devem ser citadas no texto como Darwin (1859), Souza & Lorenzi (2019) ou Barroso et al. (1999), este último quando existem três ou mais autores. Quando aglomerar mais de uma citação entre parênteses siga a ordem cronológica (Darwin 1859, Barroso et al. 1999, Jones 2001, Souza & Lorenzi 2019). A citação de floras, revisões e monografias usadas para identificar as coleções nas quais o estudo se baseia é fortemente incentivada.

Inclua o número de DOI para artigos que possuem. Isso facilita a vinculação a artigos que possuem versões online.

Artigo de revista: Autor, A. & Autor, B.C. (ANO) Tí­tulo do trabalho. Tí­tulo do periódico na í­ntegra em itálico volume: x-y. Por exemplo:

Antonelli, A., Ariza, M., Albert J., Andermann, T., Azevedo, J., Bacon, C., Faurby, S., Guedes, T., Hoorn, C., Lohmann, L.G., Matos-Maraví­, P., Ritter, C.D., Sanmartí­n, I., Silvestro, D., Tejedor, M., ter Steege, H., Tuomisto, H., Werneck, F.P., Zizka, A. & Edwards, S.V. (2018) Conceptual and empirical advances in Neotropical biodiversity research. PeerJ 6: e5644 https://doi.org/10.7717/peerj.5644

Capí­tulo de livro: Autor, A. & Autor, B.C. (ANO) Tí­tulo do capí­tulo. In: Autor, A., Autor, B.C. & Autor, D. (Eds.) Tí­tulo do livro em itálico. Número da edição (se houver). Nome da editora, Cidade, pp. x-y. Por exemplo:

Begon, M., Townsend, C.R. & Harper, J.L. (2006) Life, death and life histories.   In: Begon, M., Townsend, C.R. & Harper, J.L. (Eds.) Ecology: from individuals to ecosystems. Fourth Edition. Blackwell Publishing, Malden, pp. 89-131.

Livro: Autor, A. & Autor, B.C. (ANO) Tí­tulo do livro em itálico. Nome da editora, local, xyz pp. Por exemplo:

Barroso, G.M., Morim, M.P., Peixoto, A.L. & Ichaso, C.L.F. (1999) Frutos e sementes: morfologia aplicada   sistemática de dicotiledôneas. UFV, Viçosa, 443 pp.

Fonte da Internet: Autor, A. (ANO) Tí­tulo do site, banco de dados ou outras fontes em itálico, versão, Nome e local da editora (se disponí­vel), número de páginas (se disponí­vel). Disponí­vel em: http://xxx.xxx.xxx/ (Data de acesso). Por exemplo:

IUCN. (2010) The IUCN red list of threatened species, version 2010.4. IUCN Red List Unit, Cambridge U.K. Disponí­vel em: http://www.iucnredlist.org/ (acesso: 26 Junho 2020).

As dissertações resultantes de estudos de pós-graduação e anais não seriais de congressos, conferências ou simpósios devem ser tratados como livros e citados como tais.

 

Figuras e Tabelas

Todas as figuras e tabelas devem ser mencionadas no texto. Preferencialmente, devem ser enviadas em arquivos separados do manuscrito e as legendas das figuras e tabelas devem ser listadas após a lista de referências, no mesmo arquivo do manuscrito. Os tí­tulos das tabelas e as legendas das figuras devem começar com ââ?¬Å?Tabelaââ?¬Â ou ââ?¬Å?Figuraââ?¬Â, seguidas por seu número e um ponto final, em negrito. Os créditos para os ilustradores e fotógrafos devem ser fornecidos na legenda da figura, assim como nos agradecimentos.

Exemplo:

Figura 1. Tipos de hábito em Stenandrium. A. Caulescente ramificado. B. Caulescente prostrado. C. Caulescente   não-ramificado. D. Acaulescente.

Ao preparar as imagens/pranchas, os autores devem ter em mente que a revista tem um tamanho de 25 cm por 17 cm e é impressa em papel A4.

Todas as imagens e ilustrações devem ser salvas como arquivos TIFF. Em alguns casos, arquivos PDF são aceitáveis, .jpg deve ser evitado. A resolução final necessária é de 300 dpi para imagens coloridas (RGB), 300-600 dpi para imagens em preto e branco e 600-1200 dpi para ilustrações, mapas e gráficos (bitmap). A resolução suficiente deve ser fornecida pelos autores, não é responsabilidade da revista. As figuras de baixa resolução só podem ser impressas em tamanho pequeno.

Para pranchas de espécies novas, as ilustrações são preferidas, embora fotografias de boa qualidade também sejam aceitáveis. As ilustrações devem ser digitalizadas de 600 a 1200 dpi como arte de linha (bitmap, =1 bit); eles NÃO devem ser digitalizados como imagens de 8 bits ou coloridas. Não digitalize ilustrações como arquivos JPG, pois isso cria imagens borradas ou em pixels.

As tabelas devem ser fornecidas no final do manuscrito. Por favor, use a função de tabela no seu processador de texto para criar tabelas de forma que as células, linhas e colunas permaneçam alinhadas quando o tamanho da fonte e a largura da tabela forem alteradas. Não use a tecla tab ou a barra de espaço para digitar tabelas pois isto atrapalha o processo de edição dos artigos.

 

5. Agradecimentos

O formato dos Agradecimentos é variável e qualquer pessoa pode ser agradecida por sua contribuição. Recomendamos que considere a coautoria das pessoas que contribuí­ram para o estudo de maneira importante, principalmente as que contribuem com amostras, trabalhos de laboratório e de campo.

 

6. Links úteis

Artigos Originais

São documentos de quatro ou mais páginas que relatam pesquisas originais.

Artigos de Revisão

São artigos que resumem o estado atual de entendimento sobre um tópico, analisam ou discutem pesquisas publicadas anteriormente por outros, em vez de relatar novos resultados experimentais.

Monografias taxonômicas e checklists comentados

São documentos de 30 ou mais páginas), emitidos individualmente e que receberão números únicos de ISBN.

Correspondências

São breves contribuições que poderão ser:

  • Opiniões e pontos de vista sobre questões atuais de interesse para pesquisadores em biodiversidade.
  • Comentários ou adições/correções em trabalhos publicados anteriormente na Heringeriana ou em outro local.
  • Obituários de pesquisadores da área.
  • Notas cientí­ficas.
  • Resenhas de livros destinadas a apresentar aos leitores trabalhos novos da área de biodiversidade ou dignos de nota. Os editores preparam a resenha ou convidam colegas para escrever a resenha. 

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